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Breve Histórico Bandeira
SIMBOLOGIA E REPRESENTAÇÃO
Esta bandeira que o escudo é dividido em quatro partes, representa a história das origens de um lugar e tradições de um povo. Ao centro do escudo, dá-se a representação de uma aliança, simbolizando a união dos que fizeram (e dos que fazem) a região.
1º QUARTEL: Apresenta três faces. Representando da direita para esquerda:
a) O ÍNDIO: simboliza as antigas tribos TABAJARAS e CAETÉS, que antes da pressão do colonizador branco, integravam nestas pairagens.
b) O BRANCO: que com a força de colonizador e bravura de um pioneiro (o cadete refugiado como exemplo), fixou residências nestas terras.
c) O NEGRO: o grupo PANELA DE FORMIGA, observa-se do fundo do desenho um circulo amarelo lembrando o sol (Nascimento para todos e o livre arbítrio).
2º QUARTEL: Com a cruz, representando a fé de povo emigrante, sobre tudo numa homenagem a 1ª Santa denominada Nª Srª do Rosário é a Tradicional Nª Srª da Soledade.
3º QUARTEL: Representa a predominância, um atributo ao fenômeno que originou o nome da Cidade, o Carro de Boi.
4º QUARTEL: Uma Agulha, símbolo da tapeçaria, cultura e trabalho das Lagoenses do Carro nos dias atuais. Vê-se paralelo a agulha,a simetria de dois losangos (aparentemente) os quais definem: - Na superior: a cana de açúcar, cultura agrícola de um povo. - Na parte inferior: símbolo de um progresso vindouro e desejado.
· Na parte superior, uma torre representando a autonomia de Municípios ou denominação de cidadania.
· Em volta da aliança, um ornato que caracteriza o escudo ou brasão. E na parte inferior o nome da Cidade complementando com uma frase que reforça a união e participação do povo no seu dia-a-dia.
· Nas laterais 04 (quatro) bandeiras representando as denominações que a cidade teve no passado, ou seja,da esquerda para à direita e de trás para a frente: - Portugal, no vínculo da nacionalidade, Igarassu, Tracunhaém e Nazaré, com suas devidas cores representativas; margem esquerda o verde representando a pré-denominação das antigas matas atlânticas infiltradas nesta região. Da direita o azul dos rios; fontes; cascatas, além de representar e integrar no nome da cidade. · E na parte central da bandeira,o branco, representando a igualdade entre os povos em busca de uma paz desejada.
Autoria: Gilberto de Oliveira de Melo (Texto retirado do Livro Retrato de um Povo em contos, versos e prosa de autoria de Cícero Antônio da Silva)
Breve Histórico Lagoa do Carro, nome que advém de uma lenda dos antigos moradores desta terra. Um certo dia chovia bastante e nas proximidades do povoado existia uma lagoa que lhe abastecia, onde existia uma olaria de tijolos que eram usados nas construções dos casarões da época, e por uma estrada de barro próximo a lagoa que o carro-de-boi carregado de tijolos, deslizou, caiu e afundou depois desse fato as pessoas passaram a chamar as terras dantes de Santana de Alagoa do Carro. Os verdadeiros descobridores de Alagoa do Carro (nome oficial) foram os padres jesuítas do convento de Olinda, fundando os engenhos terras Vermelha e Alagoa do Carro, estas terras estavam englobadas em 1669 nas cincos léguas de terras, conhecidas como matas do Brasil, comprado por Diogo Coelho Romero. Estes jesuítas por ordem do presidente da província Marquês monte Belo, saíram pelo sertão adentro pregando a fé cristã e fundando freguesia, assim chegaram a Alagoa do Carro em 1690 (fonte com o autor). Fugindo da guerra dos mascates, perseguido pelo então governo de Pernambuco, José Felix Machado o capitão de ordenança Francisco Cavalcanti de Albuquerque Vanderley chega a Alagoa do Carro, fugindo pelos caminhos dos bois, as margens do rio Tracunhaém, tornando-se o primeiro colonizador em 1710. O caminho para se chegar a Alagoa do Carro era os caminhos dos bois, as márgens dos rios Tracunhaém e Capibaribe, partindo do litoral. Em 1710 Alagoa do Carro pertencia à freguesia de Tracunhaém que pertencia a Igarassú e que era parte da Capitania de Pernambuco, vindo posteriormente a pertencer a Nazaré em 1833, que era da Capitania de Itamaracá. Em 1735, o sargento-mor João de Amorim para atender os anseios de D’ Ana Izabel (esposa), doa 100 braças de suas terras em Alagoa do Carro para nela ser construída uma capela, que seria para imagem de Nossa Senhora da Soledade, 1735 quatro anos após 1739 chega ao povoado uma imagem maior para ocupar o altar desta singela capela, a partir daquela data, comemora-se todo ano a festa da imaculada. O seu legado histórico a quem Lagoa do Carro pertenceu: freguesia de Tracunhaém que pertencia a Igarassú, a Nazaré e no final doada para formar Carpina juntamente com terras de Paudalho. Se concretiza na vontade política de um povo na luta por sua emancipação, através da lei estadual de nº 10619 no dia 01 de outubro de 1991. Porém Lagoa do Carro foi emancipada pela primeira vez em 20 de dezembro de 1963, lei 4949, pelo então governador Miguel Arraes de Alencar.
Texto Extraído do Livro Retrato de um Povo de Cícero Antonio.Historiador e Pedagogo, Especialista em História de Pernambuco e Historia do Nordeste – UPE.
Perfil do Autor da Bandeira
GILBERTO DE OLIVEIRA MELO, nascido no dia 10/07/65, Recife-Pe, com formação profissional em química industrial, onde trabalhou e fez vários cursos nessa área numa indústria do Grupo Votorantim. Porém, circula nas veias e, naturalmente como dádiva de Deus, a arte.Sobretudo, o desenho e a pintura, onde ainda criança recebeu prêmio de 1° lugar no concurso semana da Pátria de âmbito nacional, sendo essa classificação regional da cidade de Aliança, onde morava: seguindo em 3° lugar nível Nordeste, nesse mesmo concurso, perdendo apenas em Brasília-DF; de onde ocorreu a eliminatória.Daí, despertou o interesse em seguir mais adiante. Em 1985, serviu ao Exército, e o privilégio de ser artista, ganhou do coronel chefe da Incorporação, uma sala de meios Auxiliares em instrução, chamada sala de meios, onde pintava também seus próprios quadros. Vendo muito interesse e aproveitamento profissional, o cel. Gonçalves o encaminhou para um curso de Belas Artes, com o professor e grande mestre Jackes Wayne. Em curto período já encabeçava o roll dos melhores artistas do curso. Em 1991 na cidade de Lagoa do Carro(onde já reside há 29 anos) ganhou o concurso da bandeira Municipal. Realizado pela prefeitura Municipal do Carpina, na época, Lagoa do Carro já se emancipava. Hoje, Gilberto, além de comerciante, trabalha com propagandas decorativas. Ultimamente seus trabalhos já estão sendo catalogados e reconhecidos no exterior, graças ao Marchand Austresésilo Almeida, que mora em Paris (frança). Atualmente, faz parte da SECTD (secretaria de Cultura, turismo e Desporto), como diretor de cultura do município.Também ministra cursos* de desenho e pintura realizado na secretaria.É idealizador de várias logomarcas, dentre elas, Paróquia de N. Sra. da Soledade, capa do livro do Poeta Cícero(Lagoa do Carro-Retrato de um Povo),lema e marca Educar para Construir da Prefeitura de Lagoa do Carro em 2009. É engrandecedor para a terra do tapete ter um talento singular, onde os objetivos serão relevantes com o passar dos tempos. *MAIS INFORMAÇÕES: GILBERTO MELO - Artista Plástico SECTD – sec. de cultura, turismo e Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar Fone – 3621 8156 ramal-29 Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar Fone – 9430 8231 Referência ao Nome do Município |
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